O que são Ações:

Ações são pedacinhos de uma empresa. Com um ou mais pedacinhos da empresa, você se torna sócio dela. Sendo mais formal, podemos definir Ações como títulos nominativos negociáveis que, representam para quem as possui uma fração do capital social de uma empresa.
Tipos de Ações:

As Ações podem ser:
Ordinárias (ON): que concedem o direito de voto nas assembleias da empresa;
Preferenciais (PN): que oferecem preferência no recebimento de resultados ou no reembolso do capital em caso de liquidação da companhia. Entretanto, as Ações preferenciais não concedem o direito de voto, ou o restringem.


As Ações preferenciais podem ainda ser diferenciadas por classes: A, B, C ou alguma outra letra que apareça após o "PN". As características de cada classe são estabelecidas pela empresa emissora da Ação, em seu estatuto social. Essas diferenças variam de empresa para empresa, portanto, não é possível fazer uma definição geral das classes de Ações.

Dividendos:

Uma empresa deve dividir os lucros com seus acionistas. Essa parcela direcionada aos detentores de Ações é conhecida como dividendo. Ou seja, os dividendos correspondem à parcela de lucro distribuída aos acionistas, na proporção da quantidade de Ações detida, apurado ao fim de cada exercício social.

O estatuto social de uma companhia pode estabelecer o dividendo mínimo a ser distribuído, desde que não seja inferior a 25% de seu lucro líquido ajustado. Caso não haja previsão no estatuto social, o dividendo obrigatório deve corresponder, no mínimo, à metade do lucro líquido ajustado.

Subscrição:

A subscrição é um aumento de capital deliberado por uma empresa, com o lançamento de novas Ações, para obtenção de recursos. Os acionistas da empresa têm preferência na compra dessas novas Ações emitidas pela companhia, na proporção que lhe couber, pelo preço e no prazo preestabelecido pela empresa.

Essa preferência detida pelos acionistas é chamada de direito de subscrição. O direito de subscrição é um ativo negociado no pregão eletrônico da BM&FBOVESPA, no decorrer do prazo preestabelecido para o exercício do direito de subscrição. Transcorrido o prazo, o ativo deixa de existir.

Direito de subscrição:

É um direito de preferência do acionista de subscrever (adquirir) novas Ações de uma companhia aberta, quando do aumento de capital desta, na proporção das Ações que já possuir. Isso significa que é permitido ao acionista comprar novo lote de Ações lançado pela empresa por um valor preestabelecido e em período determinado.


Este direito pode ser negociado no mercado secundário da BM&FBOVESPA, o que permite ao acionista transferi-lo a terceiros.
O acionista que não efetuar a subscrição no período estipulado perde seu direito e não tem restituição do valor pago antecipadamente pelo direito, já que esse papel deixa de existir, perdendo seu valor, após o período de subscrição.

Recibo de Subscrição:

É um documento que comprova o exercício do direito de subscrição de Ações ou Debêntures. Os direitos podem ser negociados na BM&FBOVESPA.

Day trade:

Fazer um Day trade significa comprar e vender, no mesmo dia, a mesma quantidade de títulos de uma empresa, utilizando para isso a mesma corretora e também o mesmo agente de compensação.

Exemplo: você compra ou vende certo número de Ações por um preço, acompanha a variação da cotação daquele papel ao longo do dia e inverte a posição vendendo ou comprando no mesmo dia. E a diferença do preço de compra para o preço de venda, multiplicado pela quantidade das Ações (considerando também as taxas da operação e os impostos), é o resultado do Day trade.

Liquidação de Ações:

A liquidação de Ações ocorre sempre em D+3, ou seja, o dia da operação mais 3 dias úteis.

 

Público alvo

Destinado ao público em geral, pessoa física e juridica com interesse em aplicar a curto, médio e longo prazo

Risco Operacional:


Define-se como risco operacional a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas ou de eventos externos. Incluindo risco legal associado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pela instituição, bem como a sanções em razão de descumprimento de dispositivos legais e a indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas pela instituição.

A Estrutura de risco Operacional da Solidez está capacitada para identificar, avaliar, monitorar e controlar riscos oriundos de sistemas, pessoas, processos internos ou ainda de eventos externos, garantindo assim um gerenciamento eficaz de riscos, reduzindo as perdas operacionais e melhorando os processos de controles.

É realizada por meio da análise dos principais processos, identificando riscos e sugerindo controles mitigadores utilizando-se de sistema de controle internos e mensuração de riscos, permitindo avaliações periódicas destes controles pelos gestores de cada processo, e o desenvolvimento de planos de ação corretiva.

Os componentes desta estrutura incluem a formalização dos eventos de risco operacional e comunicação destes eventos à administração da corretora e áreas envolvidas.

 

Risco de Mercado:


Defini-se como risco de mercado a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas pela Solidez CCTVM. Incluindo os riscos das operações realizadas pela corretora.

As operações realizadas pela Tesouraria da Solidez CCTVM se concentram em Renda Fixa e esta dedicada a è remuneração do capital próprio e à prestação de serviços aos clientes. Tais operações não são realizadas com intenção de negociação, portanto não se enquadram no conceito de “Carteira de Negociação” nos termos da definição do BACEN.

Risco de Liquidez:


Define-se como risco de liquidez a possibilidade de ocorrência de desequilíbrios entre ativos negociáveis e passivos exigíveis “descasamentos” entre pagamentos e recebimentos que possam afetar a capacidade de pagamento da Solidez, levando em consideração diferentes prazos de liquidação de seus direitos e obrigações.

 

Risco de Crédito:


Define-se o risco de crédito a possibilidade de ocorrências de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens
concedidas na renegociação e aos custos de recuperação.

A estrutura de gerenciamento do risco de crédito da Solidez CCTVM é compatível com a natureza das operações e a complexidade dos produtos por ela oferecidos, permitindo a identificação, mensuração, controle e mitigação dos riscos associados ao não cumprimento das obrigações pela contraparte.

A Instituição é aderente ao Código de Varejo

Trata-se de uma modalidade de Investimento que não conta com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito”

 

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Redes Sociais
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Solidez Corretora de Títulos e Valores Mobiliários LTDA. Todas as operações realizadas através do homebroker são executadas pela Solidez CCTVM LTDA., instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Toda comunicação através da rede mundial de computadores está sujeita a interrupções, podendo invalidar ordens ou negociações. As informações sobre ações e empresas contidas no site da Solidez Corretora de Cambio Titulos e Valores Mobiliários Ltda, não devem se constituir em uma recomendação, a decisão pelo tipo de investimento é de responsabilidade do cliente.

 

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