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Redes Sociais
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Solidez Corretora de Títulos e Valores Mobiliários LTDA. Todas as operações realizadas através do homebroker são executadas pela Solidez CCTVM LTDA., instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Toda comunicação através da rede mundial de computadores está sujeita a interrupções, podendo invalidar ordens ou negociações. As informações sobre ações e empresas contidas no site da Solidez Corretora de Cambio Titulos e Valores Mobiliários Ltda, não devem se constituir em uma recomendação, a decisão pelo tipo de investimento é de responsabilidade do cliente.

 

1. No investimento em ações

  • Lembre-se dos riscos

O investidor, principalmente se iniciante, deve ter sempre em mente que o mercado de ações é um mercado de risco, logo pode ganhar (aumentando seu patrimônio) ou perder (diminuindo seu patrimônio) a quantia que investir, total ou parcialmente.

  • Não há garantias

O investidor deve também ter em mente que no mercado de ações, por se tratar de um mercado de risco, não há garantia de ganho prévio e muito menos fixo. Não acredite em quem lhe prometer um ganho prévio ou fixo e, por conseqüência, não faça investimento com base nesse tipo de promessa.

  • Não se considere profissional

Não tente imitar aqueles investidores que são chamados de “profissionais de mercado”, tais como operadores, agentes autônomos e outros. Eles, mais do que ninguém, conhecem os riscos envolvidos e sabem como agir. Certamente, eles não precisam ler essas recomendações.

  • Mercado de Ações: investimento de longo prazo

O investimento em ações é de longo prazo, no mínimo 5 (cinco) anos. As estatísticas mostram que o investimento a longo prazo em uma carteira selecionada de ações é bastante rentável. Portanto, não se preocupe com o dia-a-dia da bolsa: subiu, caiu, ficou estável, etc. Quem atua no curto prazo são os “profissionais de mercado”. Isto não quer dizer que a sua carteira de ações deva ficar parada. Cuide dela com zelo. Faça movimentos (compra e/ou venda) nos momentos adequados. Às vezes, uma ação que já lhe deu grande lucro deve ser trocada por outra com perspectivas melhores. Nessas ocasiões é até admissível deixar de ganhar um pouco.

  • Conheça seu limite

Não invista em ações dinheiro que irá precisar em curto prazo. Como o mercado de ações oscila, poderá estar em baixa no momento em que você precisar sair, vendendo suas ações.

  • Diversifique sua carteira

Não aplique seu dinheiro em uma só ação, nem compre grande quantidade de uma mesma ação. Diversifique suas aplicações, montando uma carteira composta por diversas ações. Traduzindo: “não coloque todos os ovos em uma mesma cesta”. Siga este ensinamento, um dos mais sábios em se tratando de investimento em ações.

  • Não confie em tudo que ouve

Não invista em ações com base em boatos, rumores, fofocas, etc. Investir em ações com base nisso pode levá-lo a fazer um péssimo investimento. Faça a seguinte pergunta a si mesmo: se essa informação é tão boa, por que me está sendo dada? Não existe caridade no mercado. Quem lhe deu a informação pode, por exemplo, estar querendo vender as ações que lhe indicou.

  • Conheça as empresas nas quais quer investir

Procure obter o máximo possível de informações sobre as empresas em cujas ações você pretende investir. Visite o site das empresas e o da BM&FBOVESPA. Ouça a opinião de especialistas, principalmente os da corretora da qual você é cliente.

  • Não se apresse

Se você deixa para entrar no mercado de ações em épocas de grandes altas, tenha cuidado. Não permita que o seu entusiasmo prevaleça sobre a razão. Não seja apressado.

  • Não faça empréstimos para investir

Não tome emprestado dinheiro para investir em ações, principalmente esperando obter grandes lucros, pois isto pode não acontecer. Se na hora de pagar o empréstimo o mercado estiver em baixa você terá um duplo prejuízo. Só invista em ações dinheiro que estiver disponível para isso e que não seja necessário no curto prazo.

  • “Efeito Manada”

Não se esqueça de que grandes oscilações do mercado são provocadas por diversos motivos, inclusive psicológicos, devido à instabilidade emocional do investidor. Evite o “efeito manada”: todo mundo querendo comprar ou vender ao mesmo tempo.

  • Consulte um especialista

O profissional que lhe atende na corretora da qual você é cliente é a melhor pessoa para orientá-lo. Consulte-o sempre que achar necessário. Ele saberá esclarecer suas dúvidas e lhe dar informações. Caso não saiba, ele o encaminhará a quem, na corretora, estiver apto a isto. A atividade de consultor de investimentos é regulamentada e exige credenciamento específico perante a CVM.

2. Relacionamento com a corretora

  • Conheça as diferentes corretoras

Existem muitas corretoras autorizadas a operar na Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA). Procure a que melhor se encaixa no seu perfil como investidor. Como fazer isto? Entre no site da BOVESPA e procure o link “Corretoras”, em destaque no topo. Cada corretora é obrigada a divulgar a sua “Política de Atuação”, isto é como ela se relacionará com seus clientes. Com base nisso, faça sua escolha.

  • Atenção ao cadastro

Para se tornar cliente de uma corretora, o investidor deverá preencher uma Ficha Cadastral e apresentar diversos documentos. Leia a ficha com atenção, antes de assiná-la. Ela não é um simples cadastro. É muito mais que isso. Nessa mesma ficha, o investidor faz uma série de declarações e concede algumas autorizações para a corretora. Qualquer alteração nessa ficha somente pode ser feita mediante pedido formal do investidor. Mantenha seus dados cadastrais permanentemente atualizados, bem como atenda aos pedidos feitos pela corretora para atualizá-los. A corretora deve atualizar o cadastro de seus clientes periodicamente. A corretora tem o dever de checar junto às fontes que entenda necessárias as informações prestadas pelos clientes.

  • Mantenha as informações atualizadas

Para o endereço declarado pelo investidor serão enviados os documentos emitidos pela corretora, pela BOVESPA e pela Cia. Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), que faz a liquidação das operações realizadas na BOVESPA e mantém o serviço de custódia de ações. Caso haja devolução de correspondência em virtude de endereço errado, a corretora pode bloquear a conta do cliente, tendo, também, o direito de pedir que o cliente deixe de operar por seu intermédio.
• O principal documento enviado pela BOVESPA ao investidor é o ANA – Aviso de Negociação de Ações, onde são discriminadas todas as operações que ele realizou em determinado período por sua corretora. Se operar por mais de uma corretora, o investidor receberá um ANA para cada uma delas. Leia sempre este documento com muita atenção e, em caso de dúvida procure a sua corretora, a BOVESPA ou a BSM; e
•  O principal documento enviado pela CBLC ao investidor é o Extrato Mensal de Custódia, onde são discriminadas todas as movimentações que ele realizou no mês anterior, tais como ações que entraram em virtude de compra, que saíram em função de venda, dividendos recebidos, etc. Se operar por mais de uma corretora, o investidor receberá um extrato para cada uma delas. Leia sempre este documento com muita atenção e, em caso de dúvida procure a sua corretora, a BOVESPA ou a BSM.

  • Limite de Investimentos

Preencha com bastante cuidado o documento onde irá declarar a sua situação financeira e patrimonial e o nível de seus rendimentos. Com base nessas informações, a corretora irá lhe dar um limite para operar, compatível com as informações que o investidor prestou. Este limite pode ser alterado por iniciativa do investidor. Só ultrapasse o limite caso haja justificativa para tanto. Caso contrário, pode gerar suspeita de “lavagem de dinheiro” e a corretora deve, por força de lei, denunciar o investidor à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

  • Senha do Home Broker

Caso o investidor resolva operar via o Home Broker da corretora, meio eletrônico por meio do qual o próprio investidor envia, à corretora, suas ordens de compra e/ou venda de ações, ele receberá uma senha para poder fazer isto. Mantenha a senha em total segurança, não a revelando nem emprestando para terceiros. Trate-a com o mesmo cuidado com que você trata a senha do seu banco.

  • Transferência de valores

Somente envie dinheiro diretamente para a sua corretora. O dinheiro deve ser próprio, não podendo ser de terceiros. Não utilize a sua conta para investir em nome de terceiros. Faça isto por meio de depósito bancário identificado, cheque nominal (cruzado e intransferível), TED ou DOC. Consulte a corretora para saber o melhor meio para enviar dinheiro a ela. Confirme para a corretora o recebimento do dinheiro. Da mesma forma, só receba dinheiro da sua corretora pelos mesmos meios.

  • Inadimplência

Nenhum cliente pode permanecer com saldo devedor perante a corretora, ressalvado o previsto na Instrução CVM nº 51/1986. Eventual saldo devedor poderá ocasionar o bloqueio da conta do cliente, até sua regularização. A corretora pode comunicar à BM&FBOVESPA o nome do cliente que estiver inadimplente perante ela. A BM&FBOVESPA, por sua vez, enviará esta comunicação para as demais corretoras.

  • Sem vínculos

Um aviso final: nenhuma corretora está obrigada a aceitar quem quer que seja como cliente. Nenhum cliente em dia com suas obrigações pode ser obrigado a permanecer como cliente de qualquer corretora. O relacionamento cliente/corretora ou corretora/cliente pode ser encerrado a qualquer tempo, bastando, para tanto, o cumprimento das obrigações ainda pendentes de parte a parte.

  • Prazo de liquidação

O cliente que comprou uma ação hoje e quer vendê-la amanhã deve estar ciente que esta decisão tem um risco: a operação de compra pode não ser liquidada, por ter sido cancelada por decisão da BOVESPA ou ter caído em recompra, devido ao vendedor não ter entregue as ações. Ocorrendo uma dessas hipóteses, a venda feita pelo cliente não será liquidada, gerando problemas para si. Para sua maior segurança, faça a venda da posição após decorrido o prazo normal de liquidação da operação.

3. Agente Autônomo de Investimento

  • Primeiro contato

Você pode ser procurado, para investir em ações, por uma pessoa que se identifica como Agente Autônomo de Investimento e representante da corretora “XXX”. Pode ser uma pessoa física (o mais comum) ou uma pessoa jurídica, que congrega como sócios vários agentes.

  • Profissional autorizado

Este profissional realmente existe no mercado. Porém, para exercer a função de Agente Autônomo de Investimento deve estar registrado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão do governo federal, responsável pela concessão de registro e fiscalização do mercado.

  • Confira o registro do profissional

Sua primeira providência deve ser checar no site da CVM se este profissional está efetivamente registrado (www.cvm.gov.br – Seção Participantes do Mercado > Agentes Autônomos) e se está sob contrato de uma corretora. Caso contrário, ele está exercendo ilegalmente uma atividade no mercado de ações e isto é crime.

  • Contate a corretora

Estando registrado na CVM, cheque com a corretora que ele diz representar se tal informação é verdadeira. As corretoras normalmente usam esses profissionais para a captação de clientes, principalmente fora dos grandes centros financeiros de São Paulo e do Rio de Janeiro.

  • Lembre-se: o contrato é com a corretora

Ao resolver comprar e/ou vender ações, lembre-se que você se tornará cliente da corretora e não do agente.

  • O agente não é procurador

O Agente Autônomo de Investimento não pode ser procurador do cliente. Logo não dê qualquer tipo de procuração a ele.

  • Função específica

O Agente Autônomo de Investimento não pode administrar a carteira de ações do cliente, a não ser que esteja registrado na CVM para o exercício dessa atividade, o que também pode ser verificado no site da CVM. De todo o modo, esse profissional não pode ser ao mesmo tempo agente e administrador de carteira, devendo optar por uma das atividades e abster-se da outra.

  • Quem decide é o cliente

O Agente Autônomo de Investimento é um profissional habilitado a captar o cliente para a corretora que o contrata. Porém, quem decide comprar ou vender ações é o cliente e não o agente. Assim sendo, não autorize o Agente Autônomo a dar ordens em seu nome.

  • Pagamentos: somente entre cliente e corretora

Qualquer pagamento em dinheiro, bem como a entrega de ações para a venda, deve ser feita diretamente à corretora, nunca ao Agente.
Da mesma forma, o cliente só deve receber pagamento, qualquer que seja ele, diretamente da corretora, nunca do Agente.

Resumindo: pagamentos, entrega de ações, recebimentos de ações, dividendos, etc, devem ser tratados e feitos ou recebidos da ou à corretora.

 

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